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O que me leva a escrever um blog? É o meu destino falar às massas através dos meios de comunicação da era moderna? Serei ouvido? Minha mensagem cruzará o abismo do ciberespaço e entrará nos vernaculares registros da sociedade?

Onde estarão os meus companheiros dessa realidade virtual? Eles ainda estão lá fora, entre nós, nas sombras e na luz. Passamos por eles nas ruas, nas avenidas e becos, nunca esperando, nunca sabendo. Eles já sabem? Sabem que serão unidos por um extraordinário propósito comum, que será o de serem autores de blog?

E, quando o destino os aborrece e se encontram com tempo livre para gastar online, como se esconder disso? Como fugir e habitar as sombras se o destino ou sua própria falha humana os faz postar na rede mundial de computadores? E como eles sabem o que os esperam quando fizerem isso? Serão eles escurraçados como baratas, verdadeiros deuses deste mundo? Ou irão ser elevados e louvados e seus blogs estarão cheios de comentários por mostrarem ao mundo os verdadeiros conteúdos de suas almas?

Quantos deles responderão a este chamado, a esta canção mitológica da sereia, e trarão algo de literário para compartilhar com o mundo acessível?

Então, nos próximos dias, meses e maiores unidades de tempo, esperaremos que estes ‘web-loggers’ que se espalham pelo Universo, incluindo eu mesmo, venham apresentar seus cromossomos verbais ao poço de genes cibernéticos que é a Internet.

Irão estas palavras escritas propelir o intelecto humano adiante? Talvez seja apenas a nossa obrigação, nosso imperativo biológico, passar nossa razão e bom senso através desses meios. E o impulso de quem nos lê deveria ser o de comentar-nos, de fornecer seu ‘feedback’, que será a comida ou o combustível para a nossa engrenagem de escrita criativa.

Só Deus pode verdadeiramente dizer, esta onipotente barata que comanda nossos destinos.

Maha, a barata.

Este momento mesmo está constantemente mudando, sendo escrito pela Deusa Barata (seria ela o tão famoso ‘Maha-barata’?), enquanto eu respiro e digito. Apenas o passado pode ser verdadeiramente conhecido por nós, embora envolvido no mistério. Como um foco de luz, nossas mentes brilham sobre a própria sombra, mas só revelam uma pequena porção. Será ela relevante?

Nos próximos posts, tentarei trazer o que tenho vivido nesse passado até que alcance o relato de minha atual situação.

E que a barata esteja sempre no topo da evolução e de nossos pensamentos. Até breve.

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